Um mundo onde impera a decadência em tudo: cultural, moral, ética, de civilidade, de interesse em crescimento como pessoa participativa, operosa, cooperativa e construtora de si mesmo, do entorno familiar, social, condominial. Esta é a descrição do mundo habitado e compartilhado por aquelas gentes e pessoas, homens e mulheres que imersos na Internet e redes sociais, têm esses aplicativos virtuais como a escola de vida. A Internet e suas derivadas como as grandes e ubíquas redes sociais Instagram, Tik Tok, WhatsApp, se tornaram redes de ensino. São formadoras de opinião, para quem não tem opinião própria, para gente fútil, frívola e idiotizada. Assim, o demonstram os sinais e sintomas de um embotamento cognitivo e intelectual, crescente e recrudescente. Quanto horror! quanta descrença neste mundo tão vazio e infestado de futilidades.
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O BICHO MAIS BESTIAL E IRRACIONAL
Quando uma pessoa bem sensata e crítica assiste às cenas sociais, culturais, policiais e jurídicas de nossos propagados tempos pós-modernos e digitais, essa pessoa sensata e crítica tem a impressão de que estamos próximos do fim do mundo. Aquela previsão do chamado Armagedom ou batalha final. Essa luta ou guerra do fim do mundo está escrita no livro de Apocalipse 16-14-16. Refere-se ao embate do Bem contra o mal; de Deus contra a humanidade iniqua e pecaminosa. E ter-se-ia então o Juízo Final. Quem se salvará? Difícil previsão pelo cheiro da brilhantina, ou melhor, das coisas atuais.
FRANCISCO DE ASSIS E OS CÃES
Neste ano 2026, está a se aniversariar uma das figuras mais densas e intensas da Igreja Católica. Faz 800 anos que ele faleceu (1182-1226). Até nisso foi um personagem de muita distinção; comemora-se o seu falecimento. Santo tem dessas coisas. Em julho de 1182 nasceu Giovanni di Pietro di Bernardone (João Pedro) em Assis. O nome, escolhido por sua mãe, era uma homenagem à sua devoção a São João Batista. Virou Francisco de Assis, São Francisco de Assis. E merecidamente. Falecido em 1226.
OS INFLUENCERS CRIARAM OS IDIOTERS
Cada vez mais eu me convenço que o mundo digital está criando uma sociedade de pessoas imbecis e idiotas. Mas, por que dessa convicção? Poucas pessoas sabem expressar corretamente, escrever corretamente e se comunicar corretamente no Português Padrão. Como de resto os nativos de outros Idiomas.
FATO E FAKE EM SAÚDE E MEDICINA
Uma questão que compartilho neste artigo refere-se à busca por informações. O ponto central aqui diz respeito à credibilidade das informações. Começa-se pela fonte consultada. É sabido por todos que a internet é um cenário em que tudo cabe e tudo pode. Logo, faz-se necessário um filtro. Esse cuidado ou triagem mostra-se de enorme relevância quando a questão é uma consulta escolar por estudantes de qualquer grau de ensino. A razão é simples: esse consulente, esse estudante, está em formação científica (técnica e científica, na verdade) e cultural. Vamos imaginar um adolescente ou um jovem na idade de amadurecimento, em busca de sua formação integral. Porque aprender errado é um prejuízo intelectual e cultural. Costuma o aprendido torto, torto ficar para sempre.
A INTERNET E REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTAS DE IMBECILIZAR AS PESSOAS
Lendo um artigo do jornalista Diogo Cortiz, vide link abaixo, do portal uol.com.br pude fazer uma correlação prática do que vimos e assistimos em nossos dias, no que concerne à cultura (ou contracultura) de grande parte de nossa sociedade. Vamos aos comentários.
O EMPREGO DA INTERNET PELO CRIME ORGANIZADO
Quando se analisa a evolução das Ciências e das Tecnologias, devemos pensar na finalidade de cada uma. É oportuno que reflitamos o quanto cada uma delas trouxe de acréscimo e melhora naquela utilidade especifica. Ou até de utilidade múltipla. Vamos imaginar desde as mais elementares invenções como as ferramentas domésticas ou agrícolas: uma enxada, um facão, um machado, uma foice, um cutelo, uma tesoura. E até nos sistemas e máquinas mais complexas como o automóvel, o avião, o navio, os recursos digitais, a internet e redes sociais. São tantas utilidades!
UM SISTEMA E SOCIEDADE QUE NOS MANIPULAM
Não sobram dúvidas de que vivemos em um mundo, com uma sociedade que nos manipula, que nos influencia, que nos direciona em quase todas as nossas necessidades. Nossas necessidades, bem explícitas! Agora e quando somos também influenciados e seduzidos à adesão a tantas aquisições e compromissos tidos e classificados como supérfluos, inúteis e sem uma saudável relação custo/benefício? Falemos sobre esse princípio. Porque esse conselho vale para todas as decisões em nossas vidas, grandes ou pequenas.
OS RICOS do mal e os ricos de bem
Se existe uma coisa a mais injusta desse mundo ela se chama concentraçao de renda. E fica de mais clareza dessa maneira citada, um mundo onde tão poucos têm tanta riqueza e tão muitos (ops) têm tão pouco ou nada têm. Trata-se da pior desigualdade vista nesse planeta. Não se trata de exclusividade de Brasil. Mas, do Planeta.
MARCO CIVIL DA INTERNET
Se há um espaço que mais parece a chamada casa da mãe Joana, esse espaço ou campo de atividade se chama Internet. A metáfora aqui é perfeita, da casa da mãe Joana. Por quê? Vejamos. “A mulher que deu nome a tal casa viveu no século 14. Joana era condessa de Provença e rainha de Nápoles (Itália). Teve a vida cheia de confusões. Em 1347, aos 21 anos, regulamentou os bordéis da cidade de Avignon, onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: "o lugar terá uma porta com que todos possam entrar". Casa da mãe Joana" virou sinônimo de prostíbulo, de lugar onde impera a bagunça, todo tipo vil e imoral de comportamento, devassidão, libertinagem. E sem punição. Tal e qual a Internet, ainda sem lei, sem regulamentação. ONDE tudo pode e quase nada de punição aos malfeitores.
o mundo alienante e perverso da Internet
“Os jovens ficaram preguiçosos”, diz Tsainama Marubo, da tribo com o mesmo nome, nas profundezas da Amazônia. A culpa é da internet. Quem colocou o sinal lá foi a Starlink, do Elon Musk. “Quando a internet chegou, todos ficaram felizes, mas agora as coisas pioraram”.
As frases acima foram pronunciadas pela Indígena Tsainama, da tribo Marubo, do Amazonas. As afirmações são emblemáticas do poderoso e nocivo efeito que vem causando a hiperconexão na Internet e suas correlatas e caudatárias redes sociais. É de se estarrecer que até os povos originários, as nações indígenas foram como que engolfadas, embevecidas com o poder inebriante e aliciante e até alienante do que oferece esse poderoso instrumento democrático, livre e sem controle de qualidade e formação ética e cultural que é a Internet.
Platitudes e frivolidades do Instagram
Ainda que a pessoa não seja aficionada de redes sociais, do Instagram como modelo global. Vale uma zapeada nele e ver o que os usuários trocam de informações, de cultura, de conhecimento, de algum domínio técnico ou dados que lhes tragam algum acréscimo de cidadania, de vida, de valores morais e produtivos, com vistas, ao mínimo, à mantença da autonomia e custo de vida. De fazer frente à comida, casa, roupas lavadas e higiene. Fugir do parasitismo, do comensalismo ou saprofitismo, ao menos.
A POLVOROSA E DOIDA NEUROSE DO ESTADO OFFLINE
Não é de ver que parcela demonstrativa de pessoas entraram em certa neurose digital, com a suspensão do xis no Brasil. Xis é o nome doravante do ex Twitter, propriedade do bilionário americano, Elon Musk. O Sr Musk, que se tornou bilionário, por herança. Ele é oriundo da África do Sul, onde seu pai era empresário e explorador, extrator e predador de minas de diamante. Enriquecer com extrativismo mineral é uma forma legal e civilizada da predação. Dá para imaginar porque o homem se tornou dos mais ricos do planeta. Diamantes e ouro, pedras preciosas como esmeraldas e outras gemas extraídas do solo africano. Será que ele se lembra de suas origens, assim como de suas riquezas iniciadas na África?
Redes sociais como oficinas de frivolo-futilidades
Quando se fala nos riscos da superexposição de crianças e adolescentes às telas de celulares, temos enfim, um belo exemplo no Brasil: as escolas municipais do RJ. Até quando? não se sabe, oxalá seja permanente essa proibição do uso de celular em sala de aula e recreios. É o que tornou lei na França. Onde proíbe-se o uso dos aparelhinhos durante as aulas e recreios.
Admirável mundo digital
Fazendo uma imitação de Aldous Huxley (1894-1963), com o seu Admirável Mundo Novo (1932). Que “admirável mundo moderno”, este mundo a que também podemos nominar de mundo da era da informática e digital. Somos uma sociedade de cores, de luzes, de aparências, de encantos, de cosmética, de plásticas, de comidas, de objetos e recursos digitais, de festas, do gozo fácil, de prazeres imediatos e “busca incessante do que consideram felicidade”. Custe o que custar.
Instagram como muro de lamentações e abobrinhas
Para os estudiosos de humanidades, os pesquisadores e analistas de Psicologia, Psicopatologia, Sociologia e Caracterização da dinâmica social e relacional das pessoas, existe um laboratório grátis e a mão-cheia, a Internet. Aqui, fala-se da grande rede e todas as suas derivadas; nomeadamente as redes sociais, aplicativos (app), sites de relacionamento. Quer laboratório mais frequentado pelas voluntárias cobaias do que o Instagram?
Vida Boa
Existe nos dias pós-modernos um apelo desmesurado à chamada “ vida boa”. Essa aqui titulada “vida boa” está centrada maciçamente na satisfação ilimitada dos chamados baixos instintos. É a chamada satisfação do corpo, da carne, dos reflexos primitivos como o prazer dos órgãos sensoriais digestivos, do paladar, do olfato e do desejo sexual. São enormes as massas de pessoas para as quais o prazer e a felicidade se encerram nas farras e orgias da mesa, do garfo, do copo, das garrafas, das libações etílicas, da Coca-Cola. É o comer a la pantagruel ou gargântua (personagens de obras de François Rabelais).
Esculturas e autoretratos de idiotas
Uma questão que merece uma profunda reflexão de momento é a relação que as pessoas (a maioria delas) estabeleceram com as tecnologias da modernidade. Mais critica e massivamente com as tecnologias da informação, de comunicação e entretenimento. Alguns feios e degradantes adjetivos podem ser atribuídos a muitos dos atuais usuários, dos abusados e adictos (como drogados) de Internet, redes sociais, games e smartphones. Mais parecem zumbis, indivíduos embrutecidos, maquinais, robóticos, mumificados.
choque de gerações
É muito instigante quando se estuda a evolução social e cultural das pessoas, conforme foram surgindo as Ciências e a evolução tecnológica, mais especificamente, a internet, as tecnologias da informação (TI) e redes sociais. De forma simplificado, pode-se dividir em gerações baby boomer, nascidos no pós guerra (1945-1965); geração x, geração y ,geração z, e geração alfa (nascidos a partir de 2010).
Esquisitices de nossos tempos
Quando escrevo, eu gosto de separar os escritos por temas. Neste capítulo, o título é atualidades, o nome já diz ser fatos e façanhas, esquisitices e coisas tipo fora da ordem para os humanos normais e bem pensantes. Nesse sentido vamos a alguns fatos e acontecidos que vêm me chamando à atenção e de todos que leem noticiários, telejornais e redes sociais. Porque estamos numa era na qual o que não faltam são meios de comunicação. Embora poucos leem.
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