Quando se fala em relações sociais, não se pode esquecer a mais importante, a relação pais/filhos. Uma questão é se deter nessa relação nos tempos pré Internet e pós Internet e Redes Sociais. E o que há de ligação entre as relações sociais/concentradamente na relação pais/filhos com o mundo virtual e das mídias digitais? Há uma estreita conexão. Para dar mais substância e autoridade ao tema, ninguém melhor como cientista social que o filósofo polonês Zigmunt Bauman (1925-2017).
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Puco Pundonor e Sem Pudor
Em artigo bem singular, porque pouco estudado no Brasil, falou-se no fenômeno da conformação, em uma analogia com a água. Porque ela é a campeã em conformismo e conformidade. Esse trecho: “O que vem a ser o fenômeno da conformação social? Existe uma certa analogia com a água na sua capacidade de se amoldar, de se adaptar como conteúdo a um continente. Assim como a água se conforma ao recipiente dela contido, um vaso, um duto, um copo, uma taça, uma garrafa, uma ampola; nós humanos, em muitas circunstâncias e contextos, nos conformamos às condições, fatos, comportamentos, atitudes, vícios, exploração do outro, deslealdade, infidelidade, defeitos morais e sociais e outras expressões e demonstrações fora dos padrões de civilidade e convivência social ética”.
Filhos x Pais
Relação Filhos/pais- quem manda mais
Existem muitos trabalhos e ensaios a respeito das relações pais/filhos. Revistas dedicadas aos temas, capítulos de livros, livros de autores escritores não especialistas, livros especializados, tratados, diretrizes, normativos dessas relações. Ou seja, trata-se de um intercâmbio social, de relações humanas das mais significativas, presentes na vida de toda humanidade, a que todos, literalmente todo homem ou mulher deveria se interessar, se informar, ler, estudar; ainda que esse leitor ou leitora não tenha filhos. E este é um direito inegociável, o de não ter filhos.
pais que poupam
Pais e mães que poupam
Poucas pessoas sabem de onde veio a estratégia da Poupança ou Caderneta de Poupança. Essa forma das pessoas economizar um dinheirinho todo mês. Foi ainda na Império, sob a batuta de D. Pedro II, que aliás era um governante muito democrático, culto e humanista. Ele tinha lá seus arrufos e maus humores, mas qual governante sério e honesto que não tem os seus humores alterados. Basta ver a origem da palavra humor, os 4 humores segundo Hipócrates e seus discípulos (a bílis amarela e negra, a fleuma, a linfa, o sangue). A poupança foi então decretada e iniciada sua prática lá pelos anos de 1861-2. De início Caixa Econômica Federal, depois estendida para o banco do Brasil, etc, etc. O nome caderneta anexado à prática, é porque nos primórdios, era feito o controle em um caderno pequeno, caderneta, com entradas e saídas.
Nascer>Aprender>Crescer>Formar
Somente com as refinadas Ciências, a exemplo das Neurociências e da Psicologia Positiva e Social, se torna mais assimilável e compreensível o processo de formação da pessoa, no que concerne aos seus valores morais, éticos, sociais, críticos e de caráter. De forma mais breve e menos complexa: a formação mental, a personalidade e comportamento da pessoa, nas suas mais diferentes relações com o ambiente que a circunda e com as pessoas à sua volta traz influência da composição genética (da herança constitucional dos pais) e de todos os influxos e interferências sociais.
O padrão cultural da pessoa vem da família
Assim profetizou o oráculo, assim sentenciou a sibila quando consultada por certa jovem que buscou saber qual seria seu futuro profissional, o seu modelo de atividade a ser especializada. E então veio o veredicto. Prolatou a infalível previsão: “dize-me o que fazem os teus pais, que lições eles passam aos filhos desde as primícias da vida? o que eles professam em saber e conhecimento, qual é o cabedal, as balizas culturais de vossos genitores? e eu dir-te-ei o que serás na vida e no modus operandi, em que tipo de humano te darás na vida!”
Os assassinos de escolas
O brasil inteiro, mês de março e início de abril de 23, vem assistindo aos terríveis e medonhos ataques de indivíduos tresloucados (três vezes loucos) a escolas de ensino fundamental. Dois sãos os casos emblemáticos. Um do adolescente que matou uma generosa e abnegada professora, cujo ideal de vida sempre fora o de ajudar a criar, educar e formar pessoas, a partir da infância. Referido criminoso adolescente só não fez mais vítimas porque uma corajosa professora de educação física, testemunha de inominável atitude delituosa conteve o agressor e o impedir de atingir outras pessoas. Uma heroína! Foi em São Paulo.
Dos direitos e regalias
Com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrada em 1948, pela ONU, cujo presidente de honra foi Osvaldo Aranha (1984-1960), muitos outros direitos foram sendo conquistados pelas pessoas. Aranha foi um diplomata atuante em prol dos direitos humanos, teve participação ativa na criação do Estado de Israel, defendeu a emancipação da Palestina, atuou pelo reconhecimento do mundo a essas pessoas, que até hoje (palestinos) parecem apátridas. “Quem você é? Ah, eu sou palestino, que país é esse? Não temos país”. Parece a terra do nunca, uma utopia, o não lugar. A Neverland, de Michael Jackson. Em tempo, personagem polêmico foi esse astro da música pop.
TODOS NASCEMOS DESTINADOS AO SUCESSO
Como já alinhado com outros críticos e pensadores sociais, as famílias, os guetos humanos são como que tubos de ensaios, placas de experimentos, placas de vidros para estudo, ensaios e ao cabo, ter resultados comprovados pelas Ciências. Assim dizem a Sociologia, Psicologia Social e Psiquiatria. O saudável e adiantado para quem vê, ouve e interpreta com os olhos da razão e não com olhos da simples visão e da paixão, é que ficam fáceis as observações e conclusões já referidas pelos estudos e experimentos científicos. Porque, como sabido, estudar, pesquisar, observar criticamente é para poucos a essas tarefas dedicados. Vamos aqui a algumas pitadas dessa sistematização da Sociologia e Psicologia Social; em foco as relações familiares.
MEU FILHO É MUITO INTELIGENTE
Assim que o filho fez o Exame Nacional do Ensino Médio -ENEM e passou no vestibular via SiSU (queira ver na internet), os pais celebraram tal feito. O filho ia fazer Direito, não se sabe se o curso escolhido na referida instituição, era benemérito a esse título. Mas, torto ou direito, o filho havia sido aprovado e recebia então as expressões laudatórias pela aprovação. Como de muitos que estudam, sabido, há no Brasil essa forma de ingresso no ensino superior. Antes, uma informação, cumpre-se o ensino fundamental por 9 anos; ensino médico de 3 anos; faz-se o vestibular tradicional com provas objetivas e subjetivas (escrita, redação, múltiplas escolha); ou com a nota do ENEM, concorre aos cursos escolhidos via SiSU.
DIREITOS HUMANOS E
DOS DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO
João Joaquim
Muito se fala de Direitos Humanos, desde que ele foi instituído pela ONU, Israel 1948, no documento simbólico, sólido e formal de nome “Declaração Universal dos Direitos Humanos”. E esse documento, não jurídico, mas com participação de vários juristas internacionais, se tornou uma espécie de Diretriz dos Direitos Universais da pessoa humana. Anna Eleanor Roosevelt (1884-1962) foi uma representante feminina que divulgou e defendeu fervorosamente a ciência e propagação dessa carta, editada pela ONU.
Os riscos de um filho sindrômico
Quando põem a pensar os inventores, os criadores de toda obra tecnológica ou artística o que buscam esses cérebros é primazia, a perfeição, a excelência de suas obras, produtos e tecnologias. O que se vê nesse espírito, nessa busca de criação e invento é a utilidade, a funcionalidade pronta e qualitativa desses resultados da inteligência, da cognição e superação benfazeja do homem a serviço de outras pessoas e sociedade. Para se chegar a um padrão de perfeição, quantas horas foram dedicadas a esses resultados, quantos testes de função, beleza, vida útil, resistência ao uso? Assim, se pensa numa máquina de uso pessoal, um carro, um objeto digital. E mesmo uma obra artística, uma invenção qualquer.
FILHOS PETER PAN
Todas as funções cognitivas na formação do indivíduo são complexas e objeto de pesquisas, intensa investigação dos mais diversos e acreditados ramos das Ciências Humanas e da Natureza, incluindo aí a física, a química (ou bioquímica) e a biologia. Porque todas tem a sua contribuição ou espórtula e imbricações na constituição do bicho humano, nas suas relações com outros indivíduos, com o meio que o cerca e com o Planeta.
A PRIMEIRA MESTRE
A MÃE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS
E assim caminham as pessoas nas suas esquisitices, nas suas idiossincrasias, nas suas estranhezas e excentricidades. Quem o afirma não sou eu nem ninguém, mas as pesquisas neurocientíficas, a Psiquiatria e a Psicologia Positivista. Com efeito e para deixar muita gente contrafeita, foi elaborada curiosa e instigante pesquisa dos valores abstratos e concretos a que se dedicam levas e rebanhos de pessoas nas suas fainas e tribulações diárias. É de se registrar que o ser humano é um animal de rebanho (filosofia de Nietzsche), de manada, de grupo. Em geral, as pessoas seguem cega e acriticamente as tendências, as vigências, as indicações e marketing da sociedade, do mercado, das doutrinas mercantilistas, do sistema de consumo; de tudo quanto as grandes escolas do consumo recomendam.
PAIS E FILHOS
Cada vez mais eu me convenço da Teoria dos Empiristas britânicos e/ou irlandeses. Afirmam esses notáveis pensadores que ninguém nasce sabendo alguma coisa, além dos instintos naturais e comuns a todos os animais. Além de não sermos ninguém não somos nada ao nascer. Tal tese ou eterna verdade basta se espelhar na condição de um surdo-mudo, antes da criação do sistema Libras, Língua Brasileira de Sinais. Antes desse idioma específico a esse grupo de pessoas, elas estavam condenadas ao analfabetismo absoluto e permanente.
A PANDEMIA DA DEPENDÊNCIA DIGITOELETRÔNICA
Se há uma constatação deprimente do ser humano, em se tratando de comportamento, é a de as pessoas não ter critérios e discernimento no uso, no emprego e manuseio das conquistas científicas e tecnológicas. Tomem-se dois exemplos bem consistentes nesse contexto: a invenção do avião e os recursos da radioatividade (energia nuclear). Muitas e milhares são as suas benfazejas utilidades. Mas, quantos não são os danos, destruição, doenças, guerras e mortes com o emprego desses avanços? Os seus inventores e idealizadores, a princípio, não os conceberam para o mal e mortes, e sim para o bem da humanidade e das pessoas. O torto e errado estão nos usuários e nas mentes doentias de quem empregam esses recursos para o mal.
Autoengano
João Joaquim
O quanto de contribuição negativa e de desconstrução um pai e mãe podem estar proporcionando e oferendo a um filho? A um educando, a um adolescente e jovem? Se, o quanto de ruim assim fazendo, isto é: se tornando complacente, cúmplice e leniente com o comportamento, com as suas imaturas e rebeldes teimosas, suas atitudes antissociais, desadaptadas e desajustadas? Enfim, são perguntas emblemáticas das relações de pais e filhos, de alunos e professores. Perguntas de todos os tempos. Mas, de maior significado agora do império da Internet e Redes Sociais. Sociais? Há quem defenda como antissociais.
Construção Humana
FORMATAÇÃO DA PESSOA
O quanto de contribuição negativa e de desconstrução um pai e mãe podem estar proporcionando e oferendo a um filho? A um educando, a um adolescente e jovem? Se, o quanto de ruim assim fazendo, isto é: se tornando complacente, cúmplice e leniente com o seu comportamento, com as suas imaturas e rebeldes teimosas, suas atitudes antissociais, desadaptadas e desajustadas?
Vamos às possibilidades. Um pai ou mãe que tudo consente, que em tudo se mostra conformidade e dá suporte com o sim, o tudo pode, o tudo patrocina e apoia? Isto sim, em primeiro lugar deseduca e desconstrói esse próprio filho ou filha. E de igual efeito, esse pai ou essa mãe está sendo vítima do próprio engano. O chamado auto-engano é bem estudado pela psicóloga do comportamento. Trata-se de um mecanismo psíquico de mentir para si mesmo(a). Aristóteles foi O Filosofo que estudou o fenômeno categorizando-o como uma estratégia de perpetuação da espécie já nos animais. Inclusive entre algumas bactérias e animais menores.
Uma pessoa que dá acolhimento ao outro, seja a um filho ou quem ela quer apoiar e se tornar como uma escora e suporte para o comportamento impróprio desse terceiro não engana e mente para esse protegido; mas acima de qualquer dúvida, mente para si mesmo. Nessa forma de engano, essa pessoa cúmplice comete o pior dos autoenganos porque mente e enganar a si própria. O Filosofo Nietzsche foi um pensador que bem expressou essa estratégia de mentir para si mesmo. Renê Descartes e Fernando Pessoa foram outros pensadores que discorreram sobre o autoengano. “Será que não sou alguém que está sonhando? “Perguntou o genial Fernando Pessoa.
O autoengano conduz a pessoa a erros, a interpretação falsas do meio onde vive e outros convívios; e até mesmo o seu estilo de vida social, porque ela se referia perante sujeitos espertos e folgados.
Para quem estuda e é aficionado de Filosofia há de lembrar de Sólon (638-558 a.C). Ele foi um dos 7 sábios da Grécia antiga. Era legislador e poeta. Disse o seguinte sobre o autoengano: “Cada um de vós em separado tem a voz astuta da raposa, mas todos juntos sois um tolo de cabeça oca”. No fundo e na realidade ele quis referir as pessoas como hipócritas, medíocres, iguais ou piores do que muitas ao redor.
A psicologia cuida muito bem do comportamento de pessoas portadoras do chamado autoengano. No chamado viés de confirmação há o que se chama concepções e valores puramente subjetivos, contrários à razão e às ciências. O autoengano com seus vieses de confirmação estão presentes nas relações conjugais, nos laços e vínculos familiares, sejam estes de amor, de paixão, de ciúme, de inveja, nas intrigas familiares. Para muitas pessoas se torna muito difícil pensar, racionalizar a verdade e sair de seu casulo, de sua concha e casca de noz.
A política é outra seara de comportamento repleta de autoenganos. Muitos ideológicos fazem como teorizou Nietzsche = a verdade é igual tomar banho em agua fria, entrar e sair rapidamente. Pensam no que acreditam.
Por fim, uma forma muito comezinha de autoengano se dá no entorno, na interação familiar. Ele pode ocorrer entre vários membros parentais. Temos nesse modelo aquele pai, aquela mãe, aquele irmão; não importa. Há muita vez nesse grupo o chamado alvo ou escolhido do autoengano. É o filho primaz que não precisa de mais aprimoramento, é o tal com inteligência acima da média, é aquele membro parental com tratamento diferenciado. Refere-se aqui, um modelo clássico de viés de confirmação.
Filhos de muitos direitos....
NOVOS FILHOS
João Joaquim
Muito na teoria e pouco na prática; é admirável o que expressa a Declaração Universal dos Direitos Humanos. É lamentável e triste que poucas pessoas alcancem, em todos os países membros da ONU, as regalias expressas nesse documento. Uma obra interessante, de mesmo gênero, é a teoria do Contrato Social, defendida pelos filósofos Thomas Hobbes, Jean-Jacques Rousseau e John Locke.
Pode parecer não ter vinculação, mas há nexo, sim. A referência a esses textos e obras é apenas no pretexto de falar na cultura e modo de criação de muitos filhos das novas gerações de pais. São os novos filhos dos novos tempos. A impressão que se tira com os avanços dos Chamados Direitos Humanos é que os filhos das novas gerações de pais só têm Direitos e nenhum dever. Está passando da hora de se criar também os chamados Deveres Humanos. Declaração Universal dos Deveres Humanos. Que tal ser encampada esta ideia pelos grupos defensores dos Direitos Humanos?
Ao se analisar a questão dos Direitos Humanos eles se tornam indissociáveis do processo educativo. A fundação ou base da Educação do indivíduo é a família, é o núcleo familiar composto sobretudo pelo pai e pela mãe. Na falta desses, mas de eficácia diferente -contra ou a favor- outros cuidadores parentais ou não. As escolas, desde o Jardim da infância, terão uma função distinta no complemento da formação ética, moral e técnico-científica na construção da criança, do adolescente e futuro adulto.
E assim, falando seletivamente dessa categoria de pessoas. Os filhos dos tempos modernos. Assim como tivemos a idade média e idade das luzes, hoje vivemos a idade das mídias. Assim podemos ter essa delimitação. Idade ou era antes e pós Internet. Abstraindo-se de convencionalismos ou complexidade de compreensão podemos analisar os filhos de todos os tempos com um retoque filosófico sob a ótica do finalismo ou finalidade das coisas. Qual a finalidade de cada ser, cada ente, cada coisa real ou abstrata. Os filhos, novos habitantes do planeta não diferem deste contexto. São os novos habitantes planetários da Terra.
Deste ponto de consideração pode-se listar algumas finalidades no processo de fecundação, gestação e criação de um filho. Vamos a alguns desses: perpetuação da espécie, a maior das finalidades); ampliação familiar; futuro cuidador e arrimo da família quando os pais se encontrarem idosos; continuidade genética dos próprios genitores; entre outras finalidades. Os tempos mudaram. Mudaram também os modelos de educação. Vivemos tempos de exaltação dos Direitos Humanos, exaltação de todas as formas de liberdade, como de expressão, de opiniões e de educação dos filhos, dos arranjos familiares, das uniões conjugais.
Mudaram também os arranjos familiares, com os direitos das pessoas homoafetivas. Mudaram também os objetivos nas relações conjugais e nas intenções da maternidade. Assim, temos na finalidade na gestação de um filho. Da primeira finalidade da perpetração da espécie e genética pessoal até outras menos tradicionais. Existe assim a chamada gestação com a barriga de aluguel; o golpe da barriga; a criação de filho (a) boneca; o filho como reforço e mantença da aliança conjugal; o compromisso da mulher na satisfação e desejo de paternidade do marido, entre outros arranjos nas uniões a dois.
Criados os filhos, há outros capítulos no tratamento dessa classe de pessoas. Mas, dois tipos já resumo. Há aquele filho que se torna um eterno solteiro. Este nada faz de errado. Não tem vícios, é bonzinho, educado, cordato, obediente. Ele nada faz de errado. Perguntado o que faz de bom, também nada. Ele não fede e nem cheira. E há o filho hóspede. Este é semelhante ao primeiro. Ele se torna um hóspede de luxo. Quer tudo pronto e arrumado. E assim, vão se estabelecendo os novos arranjos familiares, inclusive na gestação, criação e educação dos filhos. Este é o planeta Terra de uma nova era.
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