FILHOS COMO ESPELHAMENTO DA EDUCAÇÃO DE BERÇO

  O certo e bem entendido é que quem segue as luzes das Ciências não está desamparado no seu patrimônio de conhecimentos. Bem claro que informação é bem diferente de conhecimento. Tudo aquilo de que a pessoa sabe domina (sabedoria) e que traz melhoras para si, para o ambiente à sua volta, para a sociedade e planeta, isto é conhecimento útil e eficaz. Informações de que Trump decretou tarifas abusivas contra outras nações, informações de que a Guerra Rússia versus Ucrânia já matou milhares de civis e militares também não vão mudar nossas vidas. Meras informações.

OS BAD BOYS DOS TEMPOS MODERNOS

 Quando assistimos a certas cenas, de certos adolescentes e jovens, de nossos tempos de Internet, de smartphones, de celulares, de tabletes, de games sem limites, de redes sociais como Instagram e tik tok e outras tais e iguais futilidades do mundo virtual, lembramos então, para quem estuda certos pensadores e cientistas da educação e instrução familiar.

O MASTER É O BIG DOS ESCÂNDALOS

DE MOMENTO, o maior escândalo a que o Brasil e mundo assistem são as fraudes e corrupção, lavagem de dinheiro e enriquecimento criminoso do Banco Master, do sr Daniel Vorcaro. Esse mesmo bilionário que para agradar sua filha de 15 anos, fez-lhe uma festa de debutante de 15 milhoes, lá em Nova Lima MG. Para tal proeza e exibição de poder pagou hospedagem aos vizinhos do Prédio, vizinhos que se incomodassem com o barulho da festa até alta madruga, onde se realizou o aniversário da filha adolescente! É mole ou quer mais demonstração de arrogância, riqueza e poder econômico.

LAUDOS E ATESTADOS MÉDICOS PARA RÉUS DO COLARINHO-BRANCO

Uma questão que compartilho aqui com meus leitores (as) refere-se à participação de alguns médicos, a minoria, felizmente, nos recursos judiciais de alguns réus processados e condenados pelos seus crimes. De forma mais clara: a pessoa é processada, vira ré e é condenada pelos seus delitos. Estamos a referir aqui àqueles indivíduos com certos atributos funcionais como gestores públicos, socioeconômicos e financeiros: os políticos tidos como do alto clero; autoridades, militares de alta patente etc.

DOS DIAGNÓSTICOS E SUAS CONVENIÊNCIAS

Quando se fala em saúde física ou sanidade mental é muito curioso e interessante como se dá essa aceitação ou esta interpretação pelo próprio paciente e pelos familiares mais íntimos. Pode-se até alargar mais esses diagnósticos, no que concerne ao prognóstico e estigma que muitas doenças trazem. No estrito campo de saúde mental ou psiquiátrica, há aquela tendência de o paciente ou família mascarar, buscar algum eufemismo ou se omitir ou adiar ao máximo os diagnósticos corretos. Porque de fato, existem o preconceito social, a discriminação, a evitação daquela pessoa com os sintomas de doença mental. Imagine! Um filho, um irmão, um pai ou mãe doente mental!


Vamos tomar o exemplo de um adolescente ou jovem com os sintomas de uma forma de esquizofrenia. Em uma analogia simples, tome-se o diagnóstico em tempos antigos do mal de Hansen (“o nome estigmatizante e proscrito era lepra); havia nesses idos e retrógrados tempos os chamados leprosários, clinicas de isolamento dos acometidos do mal de Hansen. Hoje, se sabe, tratar de doença plenamente curável, e muito pouco contagiosa.  Outro exemplo atual, o indivíduo com o diagnóstico de esquizofrenia está condenado a rejeição: começa-se pela família, que minimiza e adia ao máximo a aceitação do diagnóstico; depois a sociedade, empresas e grupos sociais ou de trabalho.

Há poucos dias, refiro ao um caso de um jovem, levado ao meu consultório, por uma irmã médica. O motivo era a prescrição dos medicamentos antipsicóticos (quatro ao todo) porque o psiquiatra assistente estava de férias. Na anamnese, qualquer médico de média experiência tinha a nítida noção do diagnóstico de esquizofrenia, até pelos fármacos psicotrópicos em uso. Entretanto, paciente e acompanhante juravam de pés juntos de ser transtorno bipolar. Uma intenção cristalina de minimização ou abrandar o estigma do diagnóstico correto, esquizofrenia.

E temos um outro contexto, no trato com doenças cujo diagnóstico traz significados pejorativos, ruins e maiores riscos e cuidados ou mesmo limitações físicas, civis e sociais. Que sejam doenças mentais, neurais ou orgânicas. Citemos dois cenários bem encontradiços. Quando é para a pessoa receber algum benefício, da previdência social ou seguro de vida, de saúde. Não importa o estigma que esse diagnóstico traga, a pessoa beneficiada fala alto e em bom som de seu estado mórbido. Não obsta a essa publicidade. Lembra-me o ditado: “se pagar bem que mal tem”!

Outro cenário muito frequente da pronta e absoluta aceitação dos diagnósticos, não importa do quanto de mau agouro ou rejeição tenha a doença. Quando se trata dos condenados pela Justiça, e a pessoa vai para a cadeia. Pode ser a doença mais debilitante e de absoluta rejeição social ou riscos de morte. O exemplo chegadinho de fresco é o do condenado, ex ministro do Gabinete de Segurança Institucional, do ex presidente e também condenado Jair Bolsonaro. Trata-se do general Augusto Heleno. Bastou esse ex ministro do GSI, ir para a prisão, que de imediato surgiu-lhe um diagnóstico, de uma das mais perversas doenças neurológicas, mal de Alzheimer.

Nesse exemplo do ex ministro e general Heleno, foi curiosa e instigante a arrumação. Porque, de começo a doença teve início em 2018, antes de sua posse no GSI. Veio o espanto público. Mas, como com demência grave! Se ele era ministro de pasta tão complexa! Segurança institucional! Não há de quê! Houve um equívoco, ponderou a equipe de advogados do agora paciente, general Augusto Heleno. Erramos, a doença surgiu, no final de seu mandato, 2024. Ele foi ministro de Bolsonaro de 2019 a 2022. “All right”! No reino dos humanos, tudo é possível! E não é que foi concedido o beneplácito. Sr Heleno cumpre a pena em prisão domiciliar. Justiça!

João Joaquim 

REFLEXÕES DE UM REVEILLON

 

A palavra réveillon tem origem no francês e no latim, referindo-se a jantares e celebrações que ocorriam na véspera de datas significativas, como Natal e Ano Novo, quando as pessoas permaneciam acordadas até tarde em vigília.  A festa da virada é conhecida como Réveillon porque representa o "despertar" para o novo ano, um período de renovação, reflexão e definição de novos objetivos. Réveiller deriva do latim vigilare, que significa velar ou não dormir.  A tradição foi trazida ao Brasil durante o II Império de D. Pedro II.

É MAIS DIFÍCIL TRATAR UM OBESO DO QUE O CÂNCER

 MEUS leitores e leitoras, em pergunto a vocês, como provocação: o que seria mais difícil? Tratar um portador de câncer, o portador de HIV, o paciente com síndrome de Parkinson ou o portador de obesidade pré mórbida ou mórbida? em seus variados graus? Vamos aqui lembrar no sentido de facilitar o raciocínio. A cura da maioria dos cânceres, vai depender do tipo celular (anatomia e citologia) e estágio de crescimento desses cânceres. O HIV não tem cura, mas controle absoluto com os chamados antivirais. Sobre a síndrome de Parkinson. Existe o tratamento medicamentoso e fisioterapia, que melhora muito a qualidade de vida. Alguns tipos têm indicação de cirurgia com cura plena.  Agora os obesos.

O expediente criminal das fofocas

 Os ramos científicos como as Neurociências e a Psicologia Social continuam sem o entendimento integral dos mecanismos que levam muitas pessoas a acreditar em narrativas, em fabulações, em falações e ilações de terceiros. Em que cenários ocorre o fenômeno? Em geral com líderes políticos, religiosos, doutrinadores e pregadores de toda natureza. Há como exemplos os chefes políticos, candidatos a cargos eletivos nas funções de governança, parlamentares; e mesmo atividades comuns como religiões e doutrinas. Pastores, mentores religiosos, os intitulados “apóstolos”, bispos etc.

o que fazem nossos parlamentares?

 Uma questão que compartilho com meus leitores (as) diz respeito às funções de nossos parlamentares (deputados e senadores), em nossa atual conjuntura política. Grosso modo, pode-se dizer que um senador cuida essencialmente dos interesses de seu Estado. Indiretamente dos eleitores desse Estado que o elegeram. De forma semelhante, um deputado vai se dedicar aos interesses da comunidade de seu Estado que o elegeu, das pessoas, das organizações sociais, da saúde, da educação e segurança dessa comunidade, de seu Estado de origem. Soa redundante, mas é para ficar bem claras as atribuições desses parlamentares (Senado e Câmara Federal).

Política com a arte da hipocrisia

 E chegamos então à questão da vocação das pessoas, em suas formações profissionais em promover o bem a outras pessoas, ao sujeito próximo ou distante desses agentes em suas atividades. Porque havemos de estabelecer essa distinção: existe a viabilidade de ajudar alguém próximo de nós ou algum distante de nós. Regra comum é ajudar as pessoas próximas de nós. Mas, e aquelas longe de nós, de que tomamos conhecimento de suas carências, suas privações e suas vulnerabilidades?

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