Dentro das relações humanas, podem ser estudados diversos sentimentos que ligam e aproximam as pessoas. Esses ramos de estudo podem ser a Sociologia, a Antropologia, a Psicologia Social, a Ética e Deontologia. E aqui dizer social é redundância. A ideia de ter a Natureza como nossa melhor mestra e modelo de relações sociais não perdeu o seu vigor e sua validade. Assim o disse até o Filósofo Aristóteles.
JOÃO JOAQUIM
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A DESUMANIZAÇÃO NO ATENDIMENTO MÉDICO DO BRASIL BY
Se existe um setor mais desumanamente vítima da chamada burocracia e desorganização administrativa no Brasil, este setor é a saúde. E não importa se pública ou privada. Como o brasil continua na rabeira nesse quesito de administração e organização. Trata-se de uma das piores chagas na cultura, nos hábitos e expedientes de nosso país. Gestores públicos e privados deveriam aprender e copiar os excelentes exemplos, tanto aqui como em outros países e outras sociedades e culturas.
MELINDRE E FRUSTRAÇÃO
João Dhoria Vijle Lisboa
Este tema bem que pode ser inserido nos estudos de ética e deontologia. Mas que fique no que diz respeito à Educação. Fala-se da aptidão ao melindre. É aquele sentimento da chamada hipersensibilidade a qualquer referência dos defeitos ou desvios da pessoa. Porque havemos de lembrar: a perfeição e a infalibilidade só a Deus pertencem. Todavia, há pessoas que se consideram o sal da terra, o sol do pensamento, o suprassumo da intangibilidade humana. Porque essa pessoa foi assim instruída na família, criada assim, sem ensinamentos de boas relações sociais, não tive limites educativos.
INDIGÊNCIA DE CONTEÚDO CULTURAL
É bem cediço e uníssono que a Natureza é nossa melhor mestra. Ela nos ensina a partir principalmente do mundo animal. Por exemplo na organização dos grupos, nos cardumes de baleias, nas matilhas dos lobos selvagens, no treinamento das águias com seus filhotes. Os humanos por exemplo. Bem que nós poderíamos aprender melhor com a cooperação das matilhas de lobos e sermos os chamados pais-águias. A águia vai treinando o filho para o voo, chega ao final, a mãe empurra o filhote do ninho. Traduzindo seu gesto, ela diz: voe, cuide-se, agora é com você! Chega de viver às custas de minhas caçadas e debaixo de minhas asas. Olha o quanto de pedagógico para os humanos na criação, na engorda e formação dos filhos e filhas.
Quando se faz esse paralelo mundo animal/mundo dos humanos, o quanto nós humanos temos em comum com os animais. Em outros termos, estamos a nos referir ao chamado fenômeno da mimetização de aprendizado. Cada pessoa é o resultado ou o corolário da conduta e comportamento, do caráter, do estilo de vida, dos modos de vida dos pais e cuidadores. Sejam esses civilizados ou antissociais. Ou seja para o bem ou para o mal.
Ninguém foge ao ditado popular que diz: aquele filho saiu ao pai esculpido e encarnado. Ou aquela filha saiu à mãe esculpida e encarnada (na corruptela seria: “aquela filha saiu à mãe cuspida e escarrada”).que o diga o Instagram. Quantas futilidades!
Existem outros estudos e protocolos de Sociologia e Psicologia Social que afirmam: se queremos saber as causas e os porquês de certas pessoas se comportarem assim ou assado, basta ir a fundo na biografia do pai e da mãe. Temos aqui uma regra quase matemática. E tal realidade nos remete à teoria dos empiristas e do Aristóteles. Este filósofo cravou o princípio: “o vício saboreia-se a virtude aprende-se”.
É de se admirar o quanto esta máxima aristotélica se aplica ao estilo e comportamento social, familiar, grupal, corporativo e profissional das pessoas. O resultado é Ciência, é. Estatística pura. Não falha! Lembrando aqui a Teoria dos empiristas na criação e educação da criança. Toda criança nasce analfabeta absoluta. Ela vai aprender com os seus órgãos sensoriais, com os sentidos. As informações vêm através dos ouvidos, dos olhos, da memória. Da curiosidade, da repetição, da imitação ou mimetização da mãe.
Imagine-se então aquele filho ou filha, cujos pais não tinham um padrão social e familiar de convivência bem construtivo e educativo: o centro gravitacional da vida nas boas e saborosas comidas, nas bebidas! A mãe mais para o lado das futilidades de um Instagram e WhatsApp, das aparência e fantasias, do falso, do fake. O que esperar da filha, quando adulta e de vida autônoma? Futilidades e bagatelas; frivolidades e idiotices. Ou seja, escolas de mimetização e simulacro da mãe: baranga, tribufu, vulgar, banalidades. Cujo conteúdo é uma andrajosa indigência de ideias e falas desconexas! Que horrores!
SE REFESTELA DO BOM E SABOROSO E VAI DORMIR.
SE NÓS, emissores de opinião, pesquisadores sociais e civilizatórios formos fazer um compilado do comportamento social e ético da geração deste quarto de século do século XXI com os idos tempos pré Internet, pessoas e pesquisadores mais idosos e veteranos ficarão espantados e estupefatos com o que se via antes e se vê agora nesses chamados tempos de depois da modernidade. São as gerações com suas mudanças aceleradas, mas com precários qualificativos de civilidade e boas relações sociais. Quase tudo é descartável, tempos fluidos e descartáveis (Filosofia de Zigmunt Bauman).
A EDUCAÇÃO DE BERÇO
Quando se fala em sentimentos das relações humanas, é preciso buscar o auxílio das Ciências Humanas e mesmo doutrinas e diretrizes de Educação informal e formal. Das Ciências, quem pode nos dar sustentação? As NeuroCiências, a Neurobiologia, a Psicologia Social, a Psicopedagogia e Sociologia. Se se fala nas disfunções psíquicas, sociais e de comportamento, entram a Psiquiatria, a Psicopatologia; e mesmo alguns braços da Sociologia (contrato social de Rousseau, Leviatã, Thomas Hobbes).
O VÍCIO SABOREIA-SE E VIRTUDE ENSINA-SE
É de consenso ser a mãe Natureza uma de nossas melhores mestras. Nós nascemos e morremos aprendendo com os fenômenos naturais. Sejam estes no Reino Animal, sejam no Reino Vegetal, no Reino Mineral e Cósmico. Pode-se buscar inúmeros modelos dessa perene verdade, da Natureza como nossa melhor mestra. Quantas são as coisas e seus fenômenos a nos ensinar o que se pode tirar de melhor para uma vida saudável, pela simples vida. Nas relações humanas, interespécies e interindividuais. O quanto podemos buscar dos belos exemplos da natureza. Podem ser mostrados um sem-número de exemplos.
A BOA ÉTICA PRECEDE A BOA MEDICINA
Se há uma legítima definição da Profissão Médica (o exercício da Medicina), que é diferente da definição de Medicina seria: é a profissão do cuidado e da empatia pelo outro. Vamos deslindar esses termos. Profissão seria o sentimento ou vocação de se declarar apto, vocacionado (chamado, de forma natural) ao exercício daquele ofício. Um médico por vocação deve ter em primeiro lugar o compromisso humanitário ou ético com o seu cliente (porque é paciente, que sofre, que padece). Ética aqui significa todas as atitudes e expedientes em busca da virtude, da segurança e restauração da saúde, do bem-estar e vida de quem está enfermo (significa frágil, não firme, de “infirmo”).
POLÍTICA E POLÍTICOS
Em se dissertando sobre Política, temos essa definição de busca na IA: A política é, essencialmente, a atividade de organização e administração de uma sociedade. Ela envolve o processo de tomada de decisões coletivas, a distribuição de poder e a mediação de conflitos para buscar o bem comum. Não precisaria nada mais do que se todos os agentes públicos e privados seguissem esses ditames, tendo em mente de ser uma atividade para o bem de todos; notadamente das classes menos favorecidas.
MORREU E VIROU GENTE BOA
O ALÉM CONSERTA E COMO CONSERTA!
Uma questão não menos mística que moral trago aqui aos meus leitores e leitoras. É um tema que já foi objeto de análise de doutrinas, filosofias, sociologia e religiões. O mote ou glosa é este: a transformação ética e moral de um indivíduo no post-mortem imediato e via mediatos. Em outros termos: temos aí nos variados meios sociais, na família, nas corporações, no nosso entorno profissional e laboral aquela pessoa de vida torta, vícios, vida desregrada e doidivanas. Entretanto, toda a arraia-miúda sabe dos destrambelhos desse conviva, sabe de seus zeros profícuos atributos éticos e civilizatórios. Por vezes um sujeito patusco e aficionado às esbornias e tabernas etílicas da vida, às orgias de todo gênero, ao centro gravitacional do comer de forma panturrilha e repimpada (gula, pecado Capital).
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