Ao se debruçar sobre as tendências de nossos tão declamados e decantados tempos após modernidade (pós-modernidade de Zigmunt Bauman, queira ver, se de interesse) é oportunidade de perguntar: a maioria dos humanos está perdendo o encanto pela própria humanidade (conjunto de sentimentos e atributos que nos diferencia de outros bichos) e pela simples, graciosa e dadivosa beleza da vida? E vem, de forma pontual, alguns fortes indicativos dessas perdas: o encanto pelo que somos de humanos e pela vida como vida.
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REFLEXÕES DE UM REVEILLON
A palavra réveillon tem origem no francês e no latim, referindo-se a jantares e celebrações que ocorriam na véspera de datas significativas, como Natal e Ano Novo, quando as pessoas permaneciam acordadas até tarde em vigília. A festa da virada é conhecida como Réveillon porque representa o "despertar" para o novo ano, um período de renovação, reflexão e definição de novos objetivos. Réveiller deriva do latim vigilare, que significa velar ou não dormir. A tradição foi trazida ao Brasil durante o II Império de D. Pedro II.
A FILOSOFIA DE Epicteto
Epicteto – Muito se fala de Sócrates, de Platão e Aristóteles. Mas, umas pistas sobre esse grande filósofo do Estoicismo Grego.
Epiteto -Hierápolis, 55 - Nicópolis, 135) foi um filósofo Grego estóico que viveu a maior parte de sua vida em Roma, como escravo a serviço de Epafrodito, o cruel secretário de Nero que, segundo a tradição, uma vez quebrou-lhe uma perna.
SERVIDOS E INSERVÍVEIS
Bem comparada pode a função paternal ou maternal serem equivalentes às de um ourives. Aquele (a) profissional que toma qualquer metal precioso, ainda em forma rudimentar, bruto, vindo da ganga ou leito terrestre e o transforma na joia, a mais preciosa, a mais bela. É a matéria informe, rugosa, agreste, áspera. E vai se purificando, e vai ser esmerilada, alisada, formatada, formada, esmerada, até o resultado desejado, em um objeto vistoso, utilitário, produtivo, belo, com destino a adornos e embelezamento.
DEPOIS DA MORTE
João Dhoria Vijle - Crítico Social e Escritor
O ALÉM CONSERTA E COMO CONSERTA!
Uma questão não menos mística que moral trago aqui aos meus leitores e leitoras. É um tema que já foi objeto de análise de doutrinas, filosofias, sociologia e religiões. O mote ou glosa é este: a transformação ética e moral de um indivíduo no post-mortem imediato e via mediatos. Em outros termos: temos aí nos variados meios sociais, na família, nas corporações, no nosso entorno profissional e laboral aquela pessoa de vida torta, vícios, vida desregrada e doidivanas. Entretanto, toda a arraia-miúda sabe dos destrambelhos desse conviva, sabe de seus zeros profícuos atributos éticos e civilizatórios. Por vezes um sujeito patusco e aficionado às esbornias e tabernas etílicas da vida, às orgias de todo gênero, ao centro gravitacional do comer de forma panturrilha e repimpada (gula, pecado Capital).
Você faria falta se não existisse?
Eu começo esta crônica com o título de um livro do filósofo e professor Mário Sérgio Cortella, aposentado da PUC São Paulo, youtuber, filósofo e comentarista da bancada do Jornal da TV cultura São Paulo. O Livro se chama “Se você não existisse, que falta faria, refletindo com Cortella? E vamos a partir dessa provocação, refletir mais.
NÃO SE DÁ O QUE NÃO TEM
NUNCA se deve exigir e cobrar de uma pessoa mais do que ELA possa nos dar e fazer. Este é um dos postulados ou cânones dos mais valiosos, se todos, dele tivessem consciência e o exercitassem. Porque quantas e quantas vezes nos agastamos, nos ansiamos, nos irritamos e adoecemos emotivamente com pessoas incorrigíveis, recalcitrantes, contumazes e irredutíveis em seu modus vivendi.
afetos e desafetos
Toda pessoa honesta e correta em sua vida deveria ler o filósofo Baruch Espinosa. Já aquela que leva a vida meio torta, folgada, irresponsável, que por vezes gosta de explorar as pessoas desavisadas, de boa-fé e ingênuas, deveria ler Martin Heidegger (filósofo alemão 1889-1976).
O animal humano como força motriz de trabalho e arte
SÃO enormes os avanços das Ciências e das Tecnologias. Basta como exemplo e tendo a Internet e redes sociais como meios de comunicação ao alcance de todos nós como cidadãos da Terra, este planeta, considerado como um só país, todos somos habitantes ubíquos do Planeta. Tudo que acontece nas beiradas da Terra, podemos nos informar de imediato via internet e redes sociais. “A Terra é um só país e os seres humanos os seus cidadãos “ Baha U’ullah.
A pedra que rola e desce
Basta olharmos os espaços sociais, públicos ou privados e logo temos a confirmação de que ocupam levas e rebanhos de pessoas. E aqui podemos até separar essas gentes, pessoas, grupos, por categorias. Faixa etária por exemplo, vemos gente mais idosa, aposentados; em conversas, confraternizando-se, em amenas falas e informações, de forma física, vendo-se uns aos outros, sem celulares em mãos. Esses espaços muitas vezes é uma lanchonete, uma padaria, um espaço de encontros.
o animal humano como força motriz de arte e produção
SÃO enormes os avanços das Ciências e das Tecnologias. Basta como exemplo e tendo a Internet e redes sociais como meios de comunicação ao alcance de todos nós como cidadãos da Terra, este planeta, considerado como um só país, todos somos habitantes ubíquos do Planeta. Tudo que acontece nas beiradas da Terra, podemos nos informar de imediato via internet e redes sociais. “A Terra é um só país e os seres humanos os seus cidadãos “ Baha U’ullah.
O enfrentamento da frustração
Já imaginou se a vida fosse feita e tocada no chamado mar de rosas, em campos elísios, em pomares sempre frutíferos e verdejantes sem plantas daninhas e parasitas! Já imaginou uma vida sem desafios, sem enfrentamento, sem emulações e rivais! Sem mesmo aqueles apelos e atributos da vida moderna, sem boletos para pagar, sem cartão de crédito, sem taxas de condomínios, de operadores de energia elétrica, de celulares, de contas de Internet! Sem essa própria Internet (para muitos infernet) e suas castradoras, alienantes, intrusivas, abstrusas, cáusticas, incivilizadas, vomitativas, asquerosas, desqualificadas e fúteis redes sociais (para muitos antissociais)! Já pensou! Será que a vida teria sentido e mais significado? A ver.
A busca da perfeição
Cada vez mais, à medida que observamos, refletimos e analisamos certos comportamentos, temos a convicção de como o modelo educacional do indivíduo, iniciado obviamente na casa paterna ou materna, de como o tipo (disciplinar ou não) de toda a construção da pessoa determinará o que ela será no futuro. Porque a construção do indivíduo se dá desde a vida intrauterina, perpassa por toda a infância, e não termina. A perfectibilidade do homem é infinita. Esse é um dos princípios mais importantes na formação do cidadão, esse indivíduo, de que se espera seja um adulto não somente existente no mundo. Mas, e sobretudo um sujeito na busca incessante como participe e construtor de si mesmo, outras pessoas, do meio ambiente, um sujeito útil e utilitário para si próprio, para a família e outras pessoas que por uma razão qualquer possam dele necessitar para viver.
o inferno para muitos
O INFERNO PARA MUITOS É AQUI bg
no brasil é assim...
NO BRASIL É ASSIM QUE FUNCIONA
João Joaquim
Dias desses, e esse dia pode ser atemporal e simbólico. Eu assistia a uma entrevista frutífera, pertinente e esclarecedora. Era um senador, com uma atuação destacada no parlamento, combativo, cáustico contra os desmandos como deve ser sempre um parlamentar que pensa no país, na democracia, no bem do povo, nas muambas e negociatas que se celebram nos bastidores e porões dos palácios em nome da chamada governabilidade. Já eu falo o conteúdo da entrevista.
ética vacacional
ÉTICA VOCACIONAL E COERCITIVA
João Joaquim
Quando se fala em honestidade, em ética, em conduta humana, duas são as naturezas desses estados ou atributos que caracterizam o indivíduo: a honestidade por vocação e a honestidade por coerção. E delas fala este sumário artigo. Como preâmbulo, há de se destacar ainda que ao nascimento, a criança se classifica como um sujeito aético, amoral. Explica-se para melhor compreensão: uma criança, mesmo ali pelos seus 10 anos de idade é tida e caracterizada por uma absoluta insciência do que seja ético ou honesto, moral e amoral. É a inaptidão integral do que seja honestidade. Ou Moral e Ética. Simples, assim!
conserta-se gente
CONSERTA-SE GENTE
Há gente que gosta de problemas
Já foi dito em outros artigos e ensaios, e nunca é demais repetir, que existem pessoas que parecem gostar de procurar problemas. Ou, dito de outra forma, o caminho mais sofrível, o mais laborioso, o mais difícil e tormentoso. Fala-se dos objetivos de vida ou escolhas em tudo na árdua missão de viver. Justamente isto. Porque conforme expressou um dia João Guimarães Rosa (Cordisburgo MG 1908-1967), “Viver é perigoso”. A vida não anda fácil, notadamente depois de três tragédias que ainda vive o brasileiro: a da pandemia da covid 19, a econômica e de desgoverno. Há cálculos de que o Brasil nunca passou tanto sufoco como o que se passou nesse período, iniciando lá em 31 de dezembro de 2019, pandemia da covid 19. Como para muitos desgraça pouca é bobagem, aí vieram as crises de economia e de governança.
O homem como animal pérfido e violento
Existem alguns atributos que caracterizam e diferenciam os humanos dos animais. Embora se sabe, assim o dizem as ciências de humanidades, a psicologia e as neurociências. Dizem o que? Que o bicho humano, o animal humano é a única espécie que elimina o outro pelo simples gesto de extermínio. Poder-se-ia querelar, inquirir, perquirir, polemizar enfim. Pode, mas sem fundamentação! O que perquirir. Ah, mas, os irracionais também eliminam outros indivíduos intra e inter espécies. Certo, eliminam, mas com razões instintivas de sobrevivência, territorialidade, proteção individual e coletiva. Existe fundamentação ontológica e filogenética.
Cada um com sua cruz
Não é tão incomum ouvirmos dizer que alguém, fulano ou sicrano, parece ter herdado certa cruz para carregar. Será? E então ao examinar sua vida, seu estilo de viver, constata-se que de fato, comparada com outras pessoas, mesmo pessoas da mesma casa, mesmo grupo e parentes próximos, referida pessoa é sufocada e atribulada com uma série de obrigações, afazeres, tarefas repetidas, labores diários dos mais cansativos e estafantes. Entretanto, casos existem em que nos surpreendemos por ser esse rol de compromissos diários uma escolha, um ato e gesto voluntário da pessoa fatigada, esfalfada, que rala e se mata diante de tantos compromissos; muitos dos quais que nenhum rendimento, vantagem, engrandecimento pessoal, moral e cultural trazem à pessoa sacrificada e fatigada. Foi o que me disse certa vez um observador, há pessoas que se não têm problemas, elas procuram arrumar. Parece um estilo de vida, penitências, servidão voluntária.
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