Ao se debruçar sobre as tendências de nossos tão declamados e decantados tempos após modernidade (pós-modernidade de Zigmunt Bauman, queira ver, se de interesse) é oportunidade de perguntar: a maioria dos humanos está perdendo o encanto pela própria humanidade (conjunto de sentimentos e atributos que nos diferencia de outros bichos) e pela simples, graciosa e dadivosa beleza da vida? E vem, de forma pontual, alguns fortes indicativos dessas perdas: o encanto pelo que somos de humanos e pela vida como vida.
“Quem tem um porquê de viver enfrenta qualquer como”- Nietzsche - Partamos desse pensamento de Nietzsche, e reflitamos. Muitos são os indicativos de as pessoas estar perdendo os encantos e os espantos com o que a vida nos oferece de mais belo, de mais significativo de benfazejas interações, entre os nossos irmãos, tendo em conta que formamos uma única raça, a raça humana e com algumas etnias.
Seria, de simples modo, imaginarmos que temos estrelas, a raça de estrelas, os planetas, a raça dos planetas, os satélites desses planetas e a raça desses satélites. Todos esses tipos com suas especificações e diversidade. Assim, somos esses seres do Planeta Terra, nós humanos.
Quantas não tem sido as pessoas que nos têm trazido decepções, desesperança, incompreensões e entender porque certos pensadores e sábios afirmaram e prospectam que estamos em véspera de fim de uma civilização, como o foi a narrativa Bíblica da extinção de Sodoma e Gomorra!- “E Deus arrependeu-se de ter criado o homem”- Genesis- 6-6. Sodoma e Gomorra! A devassidão, as futilidades, a luxúria e o materialismo eram tantos que a solução foi a extinção inteira daquelas populações.
Vivemos hoje, alguma coisa muito parecida com as pessoas daqueles tempos. Pessoas dadas à devassidão, às lascívias sociais e libidinais, ao carnal, ao xucro, ao ínfimo, ao fútil, ao desapego pelo próximo, ao uso de tantos agentes químicos, à drogas de efeitos psicoativos e psicodélicos, aos estímulos libidinais, aos carnais, à performance sexual e sensorial, aos vernizes das plásticas e estéticas, às aparências, ao desprezo pela essência.
E quando se trata dos sentimentos de fraternidade (irmandade que somos), de acolhimento, de amparar o outro, de sorrir para o outro, sinceramente, de se colocar no lugar do outro, seja em horas famintas de diálogos, de nutrição, de se alimentar por fome e sustento, por recepção humana e benfazeja. Estamos perdendo a Empatia e Senso de Fraternidade pelo outro.
O Armagedom e o Juízo Final podem estar pertos. Acautelemos porque vivemos tempos sombrios. Os homens que regem o mundo querem colocar fogo no Planeta. As infernais guerras e conflitos mundo afora, são indícios desse fim.
Nossa homenagem às belezas vistas do espaço pelos astronautas da Artemis II. Viva a vida, viva o Cosmos, viva o Universo, Eterno Criador! Viva Deus, eternamente! A Caixa de Pandora está aberta e no fundo paira muita esperança.
A Artemis II contou com uma tripulação de quatro astronautas: o comandante Reid Wiseman, o piloto Victor Glover e a especialista de missão Christina Koch, todos do Corpo de Astronautas da NASA, juntamente com o especialista de missão Jeremy Hansen, do Corpo de Astronautas Canadense.[29] Em 22 de novembro de 2023, Jenni Gibbons foi nomeada reserva de Hansen,[30] e em 3 de julho de 2024, Andre Douglas foi nomeado reserva dos três astronautas da NASA. Glover se tornaria a primeira pessoa negra, Koch a primeira mulher, Wiseman a pessoa mais velha e Hansen o primeiro não-americano a viajar ao redor da Lua. Hansen e Gibbons, ambos canadenses, foram selecionados pela Agência Espacial Canadense como parte de um tratado de 2020[3 A ARTEMIS II VOLTOU DA LUA EM 10 DE FEVEREIRA 2026-