Propositadamente eu dou de começar este mini artigo por este simbólico pensamento que bem coaduna com os valores que temos vivido nesta titulada pós-modernidade. São tempos de Internet, de telefonia celular, de tantos serviços e expedientes digitalizados, virtuais. Enfim, são tantos e céleres recursos e serviços que em outros tempos, se tanto fosse imaginado pareceriam ficção científica e tecnológica. Mas, não! Tudo real!
Partindo do pressuposto de que todo ramo das Ciências e todas as tecnológicas foram concebidas, criadas e popularizadas para o bem-estar e boa utilidade das pessoas usuárias dessas Ciências e dessas Tecnologias, é oportuno questionar e perguntar: por que os avanços das Ciências e Tecnologias são empregadas para o mal, para o fútil, para a improdutividade, para os crimes, para a destruição de outras pessoas e mesmo nações consideradas rivais, ameaças e inimigas? Uma explicação: a mente e índole ou caráter das pessoas que agem neste sentido. A questão MAIOR, está na mente do usuário.
Tomando os macros exemplos. As guerras, os conflitos por conquistas de territórios, as guerras por aniquilamento de nações e outros líderes, a tomada de poder em golpes de Estado. Chegadinhos de fresco temos os casos das grandes guerras. Rússia versus Ucrânia; EEUU contra Irã; Israel contra os Palestinos. Com emprego de que? Aviões modernos, misseis, bombas e até ameaça de energia nuclear. Horrores! São tecnologias de engenharia aeronáutica, cibernética e patrulhamento digital e virtual. Ciência e tecnologias a serviço do mal e de mentes doentias e paranoicas! Horrores como as desses tiranos e autocratas Vladimir Putin, da Rússia, Benjamim Netanyahu de Israel; Donald Trump, dos EEUU.
E por último trazendo os exemplos pequenos aos milhões que pululam e grassam pelo planeta afora, são as pessoas nos seus mais variados espaços de vida. No trabalho, para aqueles e aquelas que ainda trabalham para prover o próprio sustento; nos ambientes corporativos, nos ambientes de entretenimento e lazer; para aquela juventude que finge estudar nas escolas e universidades.
Não existe espaço mais representativo dessas pessoas em suas fúteis e frívolas ocupações do que a Internet, as redes sociais e a telefonia móvel. Aparelhos celulares ou smartphone que quase não se usa mais para contato telefônico. São mini computadores de bolso e bolsa, muito mais de mãos porque ficam grudados com os usuários. E assim, passa grande parte do dia, grande parte da humanidade em suas frívolas e vazias ocupações. O Instagram e Tik Tok, por exemplo, são o suprassumo das futilidades e vacuidade que bem caracterizam enormes rebanhos de jovens e moças em suas jornadas diárias. Daí, ser válida, eternamente válida a citação de Sócrates: uma vida não examinada não vale a pena ser vivida. Futilidades, mais futilidades e sempre futilidades.