É MAIS DIFÍCIL TRATAR UM OBESO DO QUE O CÂNCER

 MEUS leitores e leitoras, em pergunto a vocês, como provocação: o que seria mais difícil? Tratar um portador de câncer, o portador de HIV, o paciente com síndrome de Parkinson ou o portador de obesidade pré mórbida ou mórbida? em seus variados graus? Vamos aqui lembrar no sentido de facilitar o raciocínio. A cura da maioria dos cânceres, vai depender do tipo celular (anatomia e citologia) e estágio de crescimento desses cânceres. O HIV não tem cura, mas controle absoluto com os chamados antivirais. Sobre a síndrome de Parkinson. Existe o tratamento medicamentoso e fisioterapia, que melhora muito a qualidade de vida. Alguns tipos têm indicação de cirurgia com cura plena.  Agora os obesos.

O expediente criminal das fofocas

 Os ramos científicos como as Neurociências e a Psicologia Social continuam sem o entendimento integral dos mecanismos que levam muitas pessoas a acreditar em narrativas, em fabulações, em falações e ilações de terceiros. Em que cenários ocorre o fenômeno? Em geral com líderes políticos, religiosos, doutrinadores e pregadores de toda natureza. Há como exemplos os chefes políticos, candidatos a cargos eletivos nas funções de governança, parlamentares; e mesmo atividades comuns como religiões e doutrinas. Pastores, mentores religiosos, os intitulados “apóstolos”, bispos etc.

OS DIAGNÓSTICOS E SUAS CONVENIÊNCIAS

Quando se fala em saúde física ou sanidade mental é muito curioso e interessante como se dá essa aceitação ou esta interpretação pelo próprio paciente e pelos familiares mais íntimos. Pode-se até alargar mais esses diagnósticos, no que concerne ao prognóstico e estigma que muitas doenças trazem. No estrito campo de saúde mental ou psiquiátrica, há aquela tendência de o paciente ou família mascarar, buscar algum eufemismo ou se omitir ou adiar ao máximo os diagnósticos corretos. Porque de fato e concretamente, existem o preconceito social, a discriminação, a evitação daquela pessoa com os sintomas de doença mental. Imagine! Um filho, um irmão, um pai ou mãe doente mental!

o que fazem nossos parlamentares?

 Uma questão que compartilho com meus leitores (as) diz respeito às funções de nossos parlamentares (deputados e senadores), em nossa atual conjuntura política. Grosso modo, pode-se dizer que um senador cuida essencialmente dos interesses de seu Estado. Indiretamente dos eleitores desse Estado que o elegeram. De forma semelhante, um deputado vai se dedicar aos interesses da comunidade de seu Estado que o elegeu, das pessoas, das organizações sociais, da saúde, da educação e segurança dessa comunidade, de seu Estado de origem. Soa redundante, mas é para ficar bem claras as atribuições desses parlamentares (Senado e Câmara Federal).

Política com a arte da hipocrisia

 E chegamos então à questão da vocação das pessoas, em suas formações profissionais em promover o bem a outras pessoas, ao sujeito próximo ou distante desses agentes em suas atividades. Porque havemos de estabelecer essa distinção: existe a viabilidade de ajudar alguém próximo de nós ou algum distante de nós. Regra comum é ajudar as pessoas próximas de nós. Mas, e aquelas longe de nós, de que tomamos conhecimento de suas carências, suas privações e suas vulnerabilidades?

Justiça tardia, mas justiça

 Aqui no Brasil existe um instituto, uma espécie de lei protetora de autoridades e políticos. É a tal imunidade parlamentar ou Privilégio de foro, ou foro por prerrogativa de função, uma garantia constitucional de que certas altas autoridades (Presidente, Ministros, parlamentares, etc.) sejam julgadas por tribunais superiores (STF, STJ) em vez da Justiça comum. Tal garantia é uma legítima excrescência criada pelas casas legislativas – no chamado espírito de corpo- É o chamado princípio do corporativismo, um expediente que visa mais a dar garantia aos atos de corrupção, improbidade administrativa, e outras falcatruas que nada tem a ver com o interesse público.  E o mais melancólico é que funciona porque parcela significativa dos congressistas responde a inquéritos e processos no Supremo Tribunal Federal, e raramente são punidos

REFLEXÕES NATALINAS

 Com um olhar um pouco distanciado de tanto afã, tanto corre-corre nos preparos para a chamada ceia de Natal e Ano Novo, faço aqui minhas reflexões no ensejo de tão simbólica data e passagem de ano. Primeiro, que essas datas foram convencionadas. Natal, nascimento de Jesus, Papai Noel. Poucas são as pessoas que sabem desse simbolismo. E na essência esses significados foram maquiados e distorcidos. Há muito de interesse mercantil, de marketing de indústrias e comércio que tudo exploram. Datas venais, se assim pode também nominá-las.

FOFOCAS E FABULAÇÕES

Os ramos científicos como as Neurociências e a Psicologia Social continuam sem o entendimento integral dos mecanismos que levam muitas pessoas a acreditar em narrativas, em fabulações, em falações e ilações de terceiros. Em que cenários ocorre o fenômeno? Em geral com líderes políticos, religiosos, doutrinadores e pregadores de toda natureza. Há como exemplos chefes políticos, candidatos a cargos eletivos nas funções de governança, parlamentares; e mesmo atividades comuns como religiões e doutrinas. Pastores, mentores religiosos, intitulados “apóstolos”, bispos etc.

ESQUISITICES DA POLÍTICA BRASILEIRA

O BRASIL é um país diverso e diferente em muitas coisas. Começa-se pela natureza, pela flora, pela fauna. E quando se fala em fauna, bem que poderíamos incluir os humanos. Imaginemos a fauna brasileiro, inclusos os humanos. Quanta diversidade. Poderíamos então discernir fauna dos racionais e dos irracionais, dos animais. Interessante que quando se diz animal, fica o entendimento que os humanos não são animais. Classificados são como animais racionais. O que mereceria uma reclassificação! Porque há gente menos racional que muitos dos brutos, dos irracionais. Fica combinado então que nossa diversidade científica e comportamental é enorme. Mas quero falar de outra diversidade.

A SEGURANÇA PÚBLICA TEM O QUE APRENDER COM O CRIME ORGANIZADO

 O americano Benjamin Franklin (1706-1790) falava sobre a importância da ação, da organização e da virtude para o sucesso pessoal e cívico. Do valor desses expedientes para a administração pública, a cargo dos governantes, do Estado.  Ele enfatizava a importância de ser útil, evitar desperdícios e buscar a melhoria contínua através de princípios como a organização, a frugalidade e o trabalho duro. Franklin disse mais: nada é mais certo neste mundo do que a morte e os impostos. No Brasil, há uma coisa a acrescentar, o crime organizado também se tornou inevitável, a tal ponto que virou empresa privada. Basta ver o quanto de atividades lucrativas têm os criminosos com fachada de legalidade. Empresas de ônibus, de postos de combustíveis, financeiras, etc.

Posts mais recentes

É MAIS DIFÍCIL TRATAR UM OBESO DO QUE O CÂNCER

  MEUS leitores e leitoras, em pergunto a vocês, como provocação: o que seria mais difícil? Tratar um portador de câncer, o portador de HIV,...