POLÍTICA E POLÍTICOS

 Em se dissertando sobre Política, temos essa definição de busca na IA: A política é, essencialmente, a atividade de organização e administração de uma sociedade. Ela envolve o processo de tomada de decisões coletivas, a distribuição de poder e a mediação de conflitos para buscar o bem comum. Não precisaria nada mais do que se todos os agentes públicos e privados seguissem esses ditames, tendo em mente de ser uma atividade para o bem de todos; notadamente das classes menos favorecidas.

E como se dá a prática da Política? Simplificadamente, ela é exercida por todos os agentes públicos, sejam estes empossados nessa função por concursos públicos ou eleitos, nas funções que a legislação assim, o definir. Como exemplos: presidente do Brasil e governadores de Estado, parlamentares, prefeitos etc. E assim todos os servidores em suas funções que prestem qualquer serviço aos cidadãos, aos habitantes das polis, daí Política (de polis). Os partidos políticos entram nesse pacote porque eles são o elo entre sociedade e o Estado. Indicam candidatos elegíveis e fiscalizam o governo. No brasil, tem-se uma penca de partidos políticos. E são ricos porque a verba a eles destinada são de milhões, bilhões.

Fica então combinado o que se definiu acima, a Política como uma Ciência, um conjunto de estratégias técnicas e funcionais, enfim, uma atividade que visa o bem-comum, que administra a vida de uma cidade, de um Estado, de uma nação que promove todos os serviços públicos como Saúde, Segurança e Educação.

E mais uma combinação, todos esses serviços e assistência, não podem e não devem ter viés ideológico, doutrinário, facção, milícia, gabinete de ódio ou partido político. É assim que estabelece a constituição das nações democráticas, como o exemplo do Brasil, com sua atual constituição de 1988, democrática e cidadã como a definiu o falecido deputado Ulisses Guimarães. Entretanto ao que parece esses preceitos são letras mortas de nossa Carta Magna.

Quando se lê e toma ciência de exemplos de nações democráticas como o são uma Alemanha, uma Noruega, uma Finlândia e Suécia, vê-se logo quanta diferença de comportamento nos políticos, nos gestores públicos e governantes de lá, comparados com os de cá/Brasil, de nossas terras de Pindorama. Este foi o nome dado ao país, inicialmente pelos indígenas, Pindorama, lugar de palmeiras. Ai junto a comitiva e depois da comitiva de Pedro Álvares Cabral, vieram também bandidos, marginais, os fora da lei, os corruptos e corruptores, e eles vingaram por aqui, que fado, que sina, não!

Mas, sem fugir ao tema, quando se compara o que é a Política nessas citadas Repúblicas e em nossa República Brasileira, vem uma vontade de migrar para esses países. Palavra, que dá vontade! Nessas nações evoluídas, democráticas e civilizadas, os gestores públicos, os congressistas, deputados e senadores se respeitam, não tem xingamentos, não andam de chapelinho de sol nem chapelão, são bem alfabetizados. E importante, eles trabalham, mostram todos os gastos com a coisa pública ou pessoal. Há transparência!

Algumas características do comportamento e conduta de nossos gestores públicos, notadamente, deputados e senadores. E acreditem até de juízes e magistrados da nossa Suprema Corte de Justiça.

Para começar, eles não são adversários, são inimigos, figadais ou mortais, porque já houve  até planos de assassinatos, basta ver o que foi o sinistro projeto de nome punha verde e amarelo. Muitos desses congressistas não têm nenhum projeto de lei visando melhoria na Saúde, na Segurança ou Educação. Muitos trabalham em se defender de acusações, de inquéritos e processos nos tribunais superiores. E assim, são outras ocupações nada republicanas, nada democráticas, na em prol do povo.

Nesse combo, existem os orçamentos secretos, as emendas pix, projetos de leis para anistiar golpistas, as fake News, o gabinete do ódio, proteção dos chamados cupinchas e apaniguados, bons empregos nos gabinetes do congresso para os parentes, as verbas para as suas bases eleitorais, que por vezes trazem embutida uma parcela como propina para  aquele parlamentar. E raro, mas acontece, até campanha ferrenha, trabalho de bastidores para boicotar e rejeitar ministro indicado pelo presidente da República. Fala-se aqui do caso Jorge Messias, que foi desindicado à vaga ao Supremo Tribunal Federal. Já pensou!

 

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