ZERO + ZERO = ZERO

 

O VÁCUO INSTRUTIVO E CONSTRUTIVO DE MUITA GENTE 

Em se tratando de atualidades, pode-se cravar sem medo de errar que temos uma sociedade que vive da superficialidade e superfluidade. Não é que em idos tempos não havia gente que vivia do raso e do supérfluo. Entretanto, os agora tempos digitais, da Internet e Redes Sociais, a exemplo do Facebook, do Tik Tok e Instagram, nos mostram esses aplicativos e plataformas como que os murais de exibição de grandes rebanhos de gente fútil e desocupada.

É bem sabido, conforme nos dizem a Sociologia e a Psicologia Social que as pessoas são o que mostram em todos os seus cenários e micro meios de relações humanas. Sejam essas no meio corporativo onde trabalham, nas famílias, nos átimos de entretenimento, de lazer, de confraternização e principalmente, onde registram os seus gostos, seu cabedal cultural, profissional, seus conhecimentos técnicos e expressões culturais.

E por versar sobre expressões culturais, que ferramentas ou meios de comunicação essas pessoas, desocupadas de coisas e valores mais sólidos e construtivos expressam o que sabem e aprenderam ao longo da vida? São justamente esses aplicativos virtuais. O Instagram é o campeão nessas postagens e registros. Trata-se de uma rede social de imagens e vídeos. Essa Rede Social, nos passa a convicção de que foi concebida e inventada para a satisfação fútil e vazia das pessoas inclinadas a essas digressões. De gentes cujos objetivos na vida é não ter compromisso sério e evolutivo de evolução humana, pessoal, cultural e cientifica. Tudo é efêmero, raso, rasteiro, fútil e nulo.

Quando se olha no que e de que as pessoas se ocupam, falam e trocam informações, é de se ver o quanto a vida para elas se resume em um rosário e repetição de nada significativo e construtivo. Seja a falta de significado para si, para a família e pessoas sob sua influência e orientação como os filhos, pequenos adolescentes e jovens. Justamente essas faixas etárias onde a vida deve ser plasmada, construída e edificada.  A infância, adolescência e juventude vêm se perdendo nesse mundo tolo e imbecil.

E para quadrar e rematar esse mini texto, fica a seguinte reflexão. Como segue: o quanto faz toda a diferença a instrução cultural, escolar, técnica e profissional da pessoa, com vistas à sua estada nesse mundo e na sociedade. O quanto faz diferença a Educação de cada indivíduo, no enfrentamento aos desafios que a vida lhe oferece. O certo e conclusivo é que o melhor negócio desse mundo, a melhor comodity, o melhor produto a ser vendido e de mercado é o conhecimento, a instrução, a formação técnica e profissional do sujeito. Educação, cultura e formação profissional de qualidade  formam um patrimônio indelegável e que ninguém toma da gente!

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