AS RELIGIÕES E POLÍTICA VIVEM DA ESTUPIDEZ HUMANA

 Ao se falar de forma estudada sobre a ligação do homem com as religiões é de se lembrar a frase de Karl Marx: “A religião é o ópio do povo”. Mais precisamente de outro autor, que disse “Bendita seja a religião, que derrama no amargo cálice da humanidade sofredora algumas doces e soporíferas gotas de ópio espiritual, algumas gotas de amor, fé e esperança”.

 Que proposição esta! Muito instigante e que nos faz refletir. E com ela abre-se uma chave para outras reflexões.

“O que nos sugere a Igreja, o conjunto de todas as igrejas, notadamente a Católica e as neopentencostais, como modelos aqui a Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus e outras do gênero, essas seitas e agremiações vivem da superstição, da boa-fé e estupidez humanas “. São afirmações de autor (es) pelo autor deste artigo

O que se pode tirar destas afirmações aqui postas como mote e epigrafes é esta reflexão sobre, o que todas as crenças, seitas, doutrinas e denominações apregoam. Quais sejam: as de Deus como uma criador com atributos só a ele cabidos. De um Deus, como uma força suprema, cósmica, onipotente, onipresente. E mais, um pai bondoso, de infinita bondade e misericordioso.  

Façamos algumas singelas reflexões sobre nossa relação com Deus. Para com todos aqueles que acreditam que somos dotados de uma estrutura dual, de corpo e alma. Logo somos criaturas divinas. Filhos de um pai e mãe biológicos, mas dotados dessa energia abstrata, o sopro divino, de alma, ou uma energia de vida, que só a Deus é permitida na sua criação, geração e concepção. Aqui nos diferimos dos animais irracionais, que são dotados de uma anatomia, de um corpo, mas sem alma, sem os atributos dos humanos como inteligência, intelecção, pensamento abstrato, pensamento lógico e alma.

Postas estas reflexões, vamos pensar: Com os atributos e poderes que somente a Deus cabidos, teria esse Deus, criador de todo o Universo, o Cosmos, o Infinito, o infinito prazer e satisfação em castigar suas criaturas e filhos? Será? Será que Deus, infinito em conhecimento e bondade, se comprazeria com as penitências e mortificações de seus filhos? É duvidoso, muito duvidoso que Deus tenha essa felicidade, esse prazer.

Basta comparar com um pai humano na relação amorosa com os filhos. Porque se um pai exige sacrifícios, mortificações, penitências e humilhações de um filho para que ele (pai) se sinta bem, prazeroso, realizado, recompensado. Neste exemplo de comportamento leve esse pai  logo a um hospital de sanidade mental porque normal ele não é! Deus também é mais que normal e de infinita inteligência e acolhimento.

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